Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Uma só terra para explorar

Antes, só os ricos comiam carne. Os pobres alimentavam-se, essencialmente, de sopas.

Consequências? Os ricos morriam de "doenças de rico" (gota) e os pobres... bom, não morriam de excesso de proteínas e gorduras.


 

 


Ao contrário do que acontecia hà 50 anos atrás, actualmente, um prato de carne é o alimento básico de qualquer dieta.

O consumo varia consoante as nações, sendo menor o consumo nos países em vias de desenvolvimento devido ao poder de compra.

Cada português consome, cerca de 69 Kg de carne, anualmente.

A agricultura ocupa mais de 37% da superfície terrestre e dois terços do consumo de água. O sector agro-pecuário é responsável pela maior fatia de gases emitidos que provocam o efeito de estufa e causa a degradação dos solos e da água.

A tradição é cada vez menor, os estábulos tradicionais foram substituídos por explorações industriais onde se usam alimentos compostos que permitem um crescimento mais rápido dos animais. Tome-se como exemplo o frango: numa produção tradicional, o frango estaria pronto para venda ao fim de 4 ou 5 meses; mas com este tipo de alimentação, após 6 semanas o frango está pronto para vender.

Estima-se que o consumo de carne represente 10% do impacto ambiental de todos os bens de consumo.



 



 



publicado por - às 11:14
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
Gases invisíveis?
 
  A poluição é um problema em todos os países. À medida que o consumo aumenta, a poluição geralmente também aumenta.
    As emissões de dióxido de carbono e metano aumentam e os resultados são bem visíveis...



Dióxido de carbono



Metano



Furacões mais frequentes



 





Breves, mas nem por isso menos reais...
   
    Devemos entender que estamos a atingir um ponto sem retorno e temos causado danos irreparáveis. Devemos admitir para nós mesmos que não podemos mais dar-nos ao luxo da inacção e que os riscos e perigos se exacerbam a cada dia que passa.
   
    Resultados? Estão cada vez mais visíveis em Portugal e no Mundo:

  • Incêndios em Novembro: o fenómeno não é original, mas está-se a tornar habitual.
  • Na Finlândia, foi cancelado um torneio de jetsky por insuficiência de neve. Isto acontece em Novembro.
     
  
 


publicado por - às 16:35
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Sábado, 3 de Novembro de 2007
Sinais do tempo - rankings de turismo


 

    Como nasce (e morre) o turismo de ilhas?

    Tudo começa quando essas ilhas ainda não foram alvo de muita construção humana: começam-se a construir alguns bungalows , umas pensões, e por fim, hotéis. Hotéis, hotéis e mais hotéis: os governos locais, fascinados pelos lucros das licenças de construção, permitem um desenfreado império de hotéis. Progressivamente, o turismo decai. E quando se apercebem disso, já é tarde, muito tarde. A anterior natureza pacífica na qual se vivia deu lugar  a florestas de betão, a poluição e a uma  vasta lista  de vícios trazidos pela "qualidade" do turismo de massas...


    Os turistas estrangeiros não buscam florestas de betão (disso estão eles fartos), mas sim a natureza inexistente nas suas terras.


 

Destinos de turismo sustentável
 


“os nossos 522 especialistas votaram nos destinos que devem evitar o perigo, os que estão sucumbir a ele e quais o que pendem na balança”


    522 peritos em turismo sustentável da National Geographic Traveler  analisaram 111 destinos de turismo. Os resultados estão patentes na sua mais recente edição de Novembro/Dezembro.        Artigo>>

    Os itens avaliados foram a qualidade ambiental, a integridade social e cultural, condição da arquitectura, atracção estética e gestão do turismo e perspectivas futuras. E acima de tudo: o grau em que as ilhas ainda não se deixaram estragar pelo turismo de massas.

    Os Açores ficaram em 2º lugar com 84 pontos (de 0 a 100) por serem um sítio paradisíaco, com construções bem conservadas, natureza respeitada e habitantes sofisticados, cuja maioria já viveu fora. Os Açores por terem um clima "caprichoso" evitam a massificação de turistas.
    A Madeira arrecadou a 70ª posição com 61 pontos. Apesar da reputação de turismo de alta qualidade, belos cenários, magníficos jardins, canais de água antigos, religiosidade marcante e o charme do fado, a Madeira sofreu com o desenvolvimento massivo da hotelaria e dos edifícios demasiado altos, referem os especialistas.



“As ilhas são mundos em si – têm as suas tradições, ecossistemas, culturas, paisagens. É isso que nos atraem nelas”, porém, adverte o articulista, “enquanto micro-mundos, as ilhas também são vulneráveis à pressão populacional, às mudanças climáticas, às intempéries, às espécies invasivas e agora, à morte pelo turismo excessivo”



Top 10:

 

1 – Ilhas Faroe, Dinamarca
2 – Açores, Portugal
3 – Lofoten, Noruega
4 – Ilhas Shetland, Escócia
5 – Chiloé, Chile
6 – Ilha de Skye, Escócia
7 – Ilha Kangaroo, Sul da Austrália
8 – Ilha Mackinac, Michigan
9 – Islândia
10 - Molokai, Hawaii
 





Ilhas Faroe, Dinamarca


música: Kiss me - The Cardigans


Sobre que é este blog, exactamente?

Este blog é um diário das actividades de dinamização da cidade do futuro, como parte do concurso Cidades Criativas, promovido pela Universidade de Aveiro.

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