Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008
Diferenças civilizacionais

 

 

Vejam só a diferença do nível de civilização:

 

"307 dias...

... foi este o tempo morei na Suécia numa casa sem chave. Qualquer pessoa podia entrar lá dentro e levar o que quisesse." in http://jogodasueca.blogs.sapo.pt/

 

"Nas estradas do interior de Munique, os agricultores colocam os seus produtos à venda na beira das estradas: caixotes com os produtos e uma caixa para colocar dinheiro. Não está lá ninguém. Você paga o que quiser, quanto quiser." in Avenida Europa, RTP

 

Marcelo Rebelo de Sousa viveu anos na Alemanha e ficou fascinado pelo nível de vida/civilização nesse país. É possível não ficar?

 



publicado por - às 11:22
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007
Cidades portuguesas menos seguras

Estudo da DECO afirma que os portugueses sentem-se menos seguros do que há 5 anos atrás...

    Cerca de 40% dos inquiridos portugueses sofreram um crime nos últimos 5 anos. Carro vandalizado, roubo de objectos no interior ou da carteira/mala sem violência são os mais citados.

    Das 12 cidades nacionais analisadas, Amadora, Porto, Aveiro, Almada, Santarém e Lisboa têm uma incidência de crimes superior a 27 por cento. As três mais problemáticas figuram na zona laranja na comparação internacional com 48 cidades. Faro e Vila Nova de Gaia têm a taxa de crime mais baixa. A DECO PROTESTE divulga, no sítio on-line, os resultados completos das 48 cidades europeias.

    Questionados sobre o impacto dos crimes, “um em cada cinco (inquiridos vítimas de crime) revela que o bem-estar geral e a rotina diária foram bastante afectados”. As marcas também se fazem sentir no orçamento. Só em 2006, cada vítima de roubo de objectos no interior do carro conta ter perdido, em média, 1400 euros. Juntando os gastos de todas as vítimas, a média é de € 1000 por incidente.

    A insegurança em Portugal é superior à dos outros países do estudo, ao ponto de 65% dos inquiridos sentir-se menos seguro na rua à noite do que há 5 anos.

    O estudo revela um cepticismo generalizado com a acção da polícia. Mais de metade dos inquiridos vítima de crime não faz participação e, dos que fazem, 58% afirma não surtir nenhum efeito. Portugal obteve a pior avaliação nos resultados das denúncias.

    A DECO defende que "o Ministério da Administração Interna tem de tornar os serviços da polícia mais eficientes". Em colaboração com o Ministério da Justiça, deve adoptar medidas para uma justiça mais célere.


    Já as esquadras têm todo o interesse em fazer campanhas para incentivar comportamentos preventivos. A maioria dos inquiridos sente-se mais seguro com a presença da polícia e consideram importante o reforço da vigilância, sobretudo à noite.


 


 



Sobre que é este blog, exactamente?

Este blog é um diário das actividades de dinamização da cidade do futuro, como parte do concurso Cidades Criativas, promovido pela Universidade de Aveiro.

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