Domingo, 18 de Maio de 2008
Para se ser ministro devia ser necessária apenas capacidade de iniciativa

 

Percentagem de ministros licenciados:

 

Portugal                            100%

Grécia                                95%

Espanha                            94%

 

Alemanha                          86%

 

Holanda                              76%

 

Itália                                     75%

 

Reino Unido                       69%

 

França                                 59%

 

Suécia                                 36%

 

 

Será que o nível de desenvolvimento de um país é inversamente proporcional ao número de licenciados que constituem o Governo?

 

Fa(c)tos são fa(c)tos!

 



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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
A Suécia é o país que mais investe em educação no mundo

 

Ah... Então há mesmo bons motivos para adorar, ter como exemplo e querer viver na Suécia - Tiago J Caires Teixeira :)

 


Artigo de Nelson Valente  - professor universitário, jornalista e escritor


A Suécia é o país que mais investe em educação. Só em 2005, gastou 7,6% do seu Produto Interno Bruto nessa área, superando os Estados Unidos, a França, o Japão e a Itália, que aplicaram índices inferiores do seu PIB no mesmo setor. Com uma população de 8,4 milhões de habitantes, o país passou por uma intensa reforma educacional, a partir dos anos 50. Hoje, dedica nove anos à escolarização obrigatória, que abrange alunos dos sete aos dezesseis anos de idade; dispõe de classes integradas para o ensino médio, objetivando acomodar indivíduos a partir dos 16 anos; possui um sistema municipal de educação de adultos oferecendo a mesma qualidade-padrão dada aos mais jovens; e conta com um nível superior aberto a qualquer um, com qualificações bastante diversificadas.

 

 

Todas as crianças entram no pré-escolar pelo menos um ano antes de iniciar a escolarização obrigatória. As instituições que realizam esse trabalho não pertencem ao sistema regular de ensino, mas a programas governamentais de auxílio à criança. A parcela do orçamento voltada para o ensino é distribuída de tal forma que aumenta os incentivos, estimulando os estudantes. A pré-escola, a educação obrigatória e o ensino médio são controlados pelas autoridades municipais, mas os gastos com a manutenção são divididos com o Estado. As escolas são gratuitas e seus alunos recebem ainda o material escolar, a refeição e o transporte. Existem poucas escolas particulares. Os pais dos estudantes recebem o salário-família, que é idêntico para todos, até que os dependentes completem 16 anos. A partir daí, os jovens que desejam continuar os estudos recebem bolsas. Chegando ao nível superior, essas bolsas passam a ser empréstimos reembolsáveis. As administrações municipais proporcionam a um número cada vez maior de crianças atendimento durante todo o dia e atividade fora do horário escolar, por preços módicos. A educação em nível universitário é totalmente controlada pelo governo, existindo mais de 30 instituições que proporcionam ensino gratuito.

 

Na Suécia, as pessoas com retardamento mental cursam uma escola especial, que não é apenas um direito, mas faz parte da escolarização obrigatória, na faixa dos 7 aos 21 anos. A integração entre o ensino regular e o especial cria condições para uma cooperação mútua, oferecendo aos deficientes mentais as mesmas facilidades de que dispõem os outros estudantes. Observando o sistema educacional sueco, nota-se uma forte preocupação em manter um currículo homogêneo, igual para todas as escolas do país. Ele contém exigências expressas quanto às tarefas escolares, de maneira que elas se adaptem às necessidades intelectuais e sociais dos alunos. O objetivo principal do governo é beneficiar o desenvolvimento da personalidade da criança, aumentar suas possibilidades de uma boa colocação no mercado de trabalho e garantir uma intensa participação na vida da comunidade. Para um país das suas dimensões, o sistema funciona de modo bastante adequado, o que resulta na posição invejável da Suécia no conceito internacional. 




Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Pensar mais, fazer muito mais

 

«O problema está na atitude. Em Portugal, os jornalistas vivem na ânsia de encontrarem culpados, de arrastarem instantaneamente para o pelourinho o primeiro herético que apanhem na rede, com o veredicto de culpado carimbado imediatamente na testa. Perdura em Portugal o espírito da Inquisição e este é vivaz e palpitante no jornalismo.

A Suécia é uma democracia tolerante a avançada. Os fantasmas da intolerância e da persecução já se desvaneceram há décadas. Se houver culpados eles serão certamente punidos, não precisam de julgamentos instantâneos para as câmaras, não precisam de insolências nem de processos de intenção.

É isto que é o exercício da cidadania. Em Portugal, julga-se que o exercício da cidadania é insultar ou enxovalhar na comunicação social figuras públicas.»




Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
Nos últimos 100 anos, os portugueses...

 

... perderam 1 hora de sono diária.

 

(São dos que menos dormem na Europa.)




Nos últimos 100 anos, os portugueses...

 

...ganharam 25 anos de esperança média de vida.

 



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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Centros comerciais


    O maior centro comercial da Suécia tem metade do tamanho do Colombo, em Lisboa.

    E eles é que não sabem aproveitar a vida...



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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Estratégia de Lisboa

 

Há uma semana, assistimos a uma palestra sobre a Estratégia de Lisboa.

 Sem espanto, vimos que a Suécia é o país da UE que mais investe (4% do PIB)  na Investigação & Desenvolvimento

 

 

«Estratégia é escolher como lutar em função dum objectivo. A Europa pretende ser um espaço competitivo à escala global sem pôr em causa a coesão social e a sustentabilidade ambiental . Portugal apostou na sua Presidência da União Europeia em 2000 na concepção duma resposta moderna a este objectivo, baseando a aposta no conhecimento e na inovação como factores de competitividade, coesão e emprego.»


 

 

 

 

Orientações macroeconómicas

1. Garantir a estabilidade económica tendo em vista o crescimento sustentável;
2. Preservar a sustentabilidade económica e orçamental, como base para o crescimento do emprego;
3. Promover uma afectação eficaz dos recursos virada para o crescimento e o emprego;
4. Garantir que a evolução salarial contribua para a estabilidade macroeconómica e para o crescimento;
5. Promover políticas macroeconómicas, estruturais e de emprego mais coerentes;
6. Contribuir para o dinamismo e o bom funcionamento da UEM.

 

Orientações microeconómicas

7. Reforçar e melhorar o investimento em I&DI&D, especialmente por parte das empresas privadas;
8. Facilitar todas as formas de inovação;
9. Facilitar a divulgação e a utilização eficaz das TIC e criar uma sociedade da informação plenamente inclusiva;
10. Reforçar as vantagens competitivas da base industrial europeia;
11. Encorajar a utilização sustentável dos recursos e reforçar as sinergias entre a protecção do ambiente e o crescimento;
12. Alargar e aprofundar o mercado interno;
13. Assegurar a abertura e a competitividade dos mercados dentro e fora da Europa, e tirar partido da globalização;
14. Tornar o ambiente das empresas mais competitivo e incentivar a iniciativa privada através de uma melhor regulamentação
15. Promover uma maior cultura mais empresarial e criar um ambiente favorável às PME;
16. Alargar, melhorar e ligar as infra-estruturas europeias e concluir os projectos transfronteiriços prioritários.

 

Orientações sobre o emprego

17. Implementar políticas de emprego para atingir o pleno emprego, melhorar a qualidade e a produtividade no trabalho e reforçar a coesão social e territorial;
18. Promover uma abordagem do trabalho baseada no ciclo de vida;
19. Assegurar mercados de trabalho inclusivos, melhorar a atractividade do trabalho, e torná-lo mais remunerador para os que procuram emprego, incluindo as pessoas desfavorecidas e os inactivos;
20. Melhorar a resposta às necessidades do mercado de trabalho;
21. Promover a flexibilidade em conjugação com a segurança do emprego e reduzir a segmentação do mercado de trabalho, tendo devidamente em conta o papel dos parceiros sociais;
22. Garantir a evolução dos custos do factor trabalho e mecanismos de fixação dos salários favoráveis ao emprego;
23. Alargar e aumentar o investimento em capital humano;
24. Adaptar os sistemas de educação e formação em resposta às novas exigências em matéria de competências



publicado por - às 11:30
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Sobre que é este blog, exactamente?

Este blog é um diário das actividades de dinamização da cidade do futuro, como parte do concurso Cidades Criativas, promovido pela Universidade de Aveiro.

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