Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Pensar mais, fazer muito mais

 

«O problema está na atitude. Em Portugal, os jornalistas vivem na ânsia de encontrarem culpados, de arrastarem instantaneamente para o pelourinho o primeiro herético que apanhem na rede, com o veredicto de culpado carimbado imediatamente na testa. Perdura em Portugal o espírito da Inquisição e este é vivaz e palpitante no jornalismo.

A Suécia é uma democracia tolerante a avançada. Os fantasmas da intolerância e da persecução já se desvaneceram há décadas. Se houver culpados eles serão certamente punidos, não precisam de julgamentos instantâneos para as câmaras, não precisam de insolências nem de processos de intenção.

É isto que é o exercício da cidadania. Em Portugal, julga-se que o exercício da cidadania é insultar ou enxovalhar na comunicação social figuras públicas.»



publicado por - às 11:04
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Comentários:
De Maria dos Tornozelos a 16 de Março de 2008 às 17:32
É verdade que em Portugal o problema está na atitude dos jornalistas? Não haverá nesta afirmação indícios de algum trauma? Os jornalistas vivem à procura de culpados, insultam e enxovalham as figuras públicas? Que desastre!
E ainda que o espírito de inquisição se deve aos jornalistas?Talvez tudo isso seja verdade, mas que fazem os nossos políticos? Pelo menos nos últimos três anos de governação socialista, que fizeram? Desviam as vozes incómodas da C. Social, quando não as despedem e tal, sucedeu a Manuela Moura Guedes, entre outros, que por defenderem causas sociais inerentes à famosíssima Casa Pia, foram convidados a se afastarem.
Por outro lado, conhece-se o factor crise da superabundância dos jovens licenciados em jornalismo, que tudo fazem para conseguirem um lugar na profissão, daí a desregulação das relações de trabalho.
Em relação à mania de perseguição e censura tem servido para motivar os mais desmotivados, sendo esta conhecida como a melhor estratégia que Scolari usa para incentivar os seus jogadores a vencer. Enfim, estes exemplos demonstram que há muitas formas de censura, desde a perseguição a jornalistas e a outros locais de trabalho, a omissão editorial, a manipulação, a promiscuidade entre interesses de classe, que obrigam à existência de um jornalismo com pouca objectividade e fraca qualidade, pois infelizmente, a "democracia"vigente não permite a imparcialidade, a honestidade e a reflexão, pintando-se a verdadeira realidade, com a audiência dos velhos jogos de Tv., as telenovelas à moda brasileira, e os casos sociais medíocres de coisa nenhuma. Desta forma, não se transmite coragem, nem ousadia, nem se questiona o suficiente, porque aos jornalistas convém manter a massa cinzenta conscientemente adormecida e neste sentido, concordo quando dizem que eles falham no dever de Cidadania.


De Maria dos Tornozelos a 16 de Março de 2008 às 17:33
É verdade que em Portugal o problema está na atitude dos jornalistas? Não haverá nesta afirmação indícios de algum trauma? Os jornalistas vivem à procura de culpados, insultam e enxovalham as figuras públicas? Que desastre!
E ainda que o espírito de inquisição se deve aos jornalistas?Talvez tudo isso seja verdade, mas que fazem os nossos políticos? Pelo menos nos últimos três anos de governação socialista, que fizeram? Desviam as vozes incómodas da C. Social, quando não as despedem e tal, sucedeu a Manuela Moura Guedes, entre outros, que por defenderem causas sociais inerentes à famosíssima Casa Pia, foram convidados a se afastarem.
Por outro lado, conhece-se o factor crise da superabundância dos jovens licenciados em jornalismo, que tudo fazem para conseguirem um lugar na profissão, daí a desregulação das relações de trabalho.
Em relação à mania de perseguição e censura tem servido para motivar os mais desmotivados, sendo esta conhecida como a melhor estratégia que Scolari usa para incentivar os seus jogadores a vencer. Enfim, estes exemplos demonstram que há muitas formas de censura, desde a perseguição a jornalistas e a outros locais de trabalho, a omissão editorial, a manipulação, a promiscuidade entre interesses de classe, que obrigam à existência de um jornalismo com pouca objectividade e fraca qualidade, pois infelizmente, a "democracia"vigente não permite a imparcialidade, a honestidade e a reflexão, pintando-se a verdadeira realidade, com a audiência dos velhos jogos de Tv., as telenovelas à moda brasileira, e os casos sociais medíocres de coisa nenhuma. Desta forma, não se transmite coragem, nem ousadia, nem se questiona o suficiente, porque aos jornalistas convém manter a massa cinzenta conscientemente adormecida e neste sentido, concordo quando dizem que eles falham no dever de Cidadania.


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